Construir o Banco Soberano: a visão do CEO do BPF, em entrevista ao ECO

Notícia . 2025-08-12
Construir o Banco Soberano: a visão do CEO do BPF, em entrevista ao ECO

Em entrevista ao jornal ECO, publicada hoje, na rubrica "Retrato”, Gonçalo Regalado, CEO do Banco Português de Fomento, partilhou a sua visão estratégica e o compromisso em afirmar o Banco Português de Fomento como o Banco Soberano de Portugal, colocando Empresas e Empresários no centro da sua atuação: mais ágil, próximo, eficiente, com resultados marcantes e com impacto económico imediato.

"O foco são as Empresas e os Empresários. Trabalhamos para eles. De manhã à noite. O Empresário é o Santo Graal do Banco, passa à frente de tudo”, afirmou.    

Reforçando o papel do Banco Soberano de Portugal enquanto motor do investimento ao serviço do país e da economia, adiantou que, até agosto, foram produzidos 2,75 mil milhões de euros em garantias. 

E acrescentou, "Se o Banco Português de Fomento produzir, como esperamos, em parceria com a banca comercial, 4,7 mil milhões de euros de Garantias, excluindo o ano do Covid, em que se produziram 9,1 mil milhões, o Banco Português de Fomento fará o melhor ano dos últimos 15”.

Mensagens-chave que o CEO destacou na entrevista:

  • Desafio de liderar o Banco Soberano 
"É preciso estar ao serviço e dizer presente quando muitas vezes é difícil porque a nossa vida privada e pessoal e familiar nem sempre o acomodam”
 
  • Resultados marcantes e de impacto imediato ao serviço das Empresas
"O grande indicador pelo qual o banco deve ser avaliado é o investimento, o crescimento, o desenvolvimento, as exportações e o emprego.”

  • Proximidade ativa junto das Empresas, com uma agenda intensa de visitas diárias  
"Estou super bem quando ando com empresários"

    • Importância da independência do Banco Soberano
    "Porque um banco soberano não pode ser um banco subserviente”, alerta. "O Banco de Fomento não pode ser um banco subserviente da banca comercial, não pode ser um banco subserviente dos fundos de investimento e capital, não pode ser um banco subserviente do Banco Portugal ou do Banco Central, não pode ser um banco subserviente do auditor, do revisor ou do regulador.

      • Transformação cultural e operacional e uma cultura de trabalho em Equipa
      Trabalhando com "o braço da casa

      • Compromisso com o serviço público e o impacto económico
      "Ser presidente do Banco de Fomento é ser presidente do Banco da Nação, ser presidente do Banco Soberano de Portugal.”


        Leia a entrevista completa: eco.sapo.pt

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